quinta-feira, 20 de março de 2014

MARCOLA É SÁBIO

  ARNALDO JABOR ENTREVISTA DIRIGENTE DO PCC

Na verdade este é um texto do Arnaldo Jabor. Mas é uma análise bastante realista de nossa situação... Vale a pena ler...

O BRASIL INTEIRO DEVERIA LER ESTA ENTREVISTA

 

SABEDORIA E BOM SENSO EM POUCAS PALAVRAS

Entrevista com o líder do PCC, Marcola

Fabiano Portilho
 líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola
Leia a interessante entrevista com o líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola , ao jornal O Globo
Estamos todos no inferno. Não há solução, pois não conhecemos nem o problema

O GLOBO: Você é do PCC?

- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução é que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu? Sou culto… Leio Dante na prisão…

O GLOBO: – Mas… a solução seria…

- Solução? Não há mais solução, cara… A própria idéia de “solução” já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma “tirania esclarecida”, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução.
O GLOBO: – Você não têm medo de morrer?
- Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar… mas eu posso mandar matar vocês lá fora…. Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba… Estamos no centro do Insolúvel, mesmo… Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração… A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala… Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em “seja marginal, seja herói”? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha… Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante… mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem.Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.

O GLOBO: – O que mudou nas periferias?

- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório… Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no “microondas”… ha, ha… Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.

O GLOBO: – Mas o que devemos fazer?...CONTINUE A LER/READ MORE

Fonte: http://www.portali9.com.br/noticias/entrevista-com-o-lider-do-pcc-marcola

 

 

 

 

quarta-feira, 19 de março de 2014

FEDERALISMO, UMA BRISA OU UM VENDAVAL?

VENTOS DO FEDERALISMO ASSOMBRAM GOVERNANTES

 

ESCÓCIA, UM ESTADO INDEPENDENTE?

Não nego admirar o povo inglês tanto quanto os russos, a rainha Elizabeth II tanto quanto o presidente Vladimir Putin cada qual buscando o melhor para sua nação, Inglaterra e Rússia; não poderia opinar sobre a Escócia se também não admirasse os operosos e valentes escoceses que tanto já nos deram em ciência, técnicas e tecnologia e assim aventuro-me a considerar que à Escócia lhe seria melhor e mais seguro partilhar com a Inglaterra uma fórmula de federalismo.

A questão toda tornou-se um bocado complicada na Europa Ocidental e Américas agora que Rússia deu um mergulho no sistema Federalista de governo (mesmo estando mais para o  imperial Federalismo norte americano do que para o democratico federalismo suíço) trilhando o caminho saudável do Federalismo, mas e o trono inglês como este poderia conviver com o Federalismo? Pois se o fizesse perderia grande quantidade dos poderes que exerce (indiretamente) no governo da Inglaterra e Commonwealth. Para o trono inglês tornar isso viável seria essencial grande desprendimento do Poder, muito maior o amor pela Inglaterra, pelo povo inglês e o do Commonwealth, pela paz e harmonia mundial do que pela Coroa monárquica. Perder poder sempre é dolorido.

 

Tenho plena consciência que governantes ditatoriais sejam comunistas/socialistas ou democratas temem o Federalismo pois nesse sistema de governo, governantes ditatoriais e corruptos perdem a maioria absoluta dos poderes com que contam; perdem as oportunidades para roubarem os Tesouros Nacionais e os povos sobre os quais mantêm poderes absolutistas e extensa malha de corrupção e impunidade. Mas é claro, tais governos federalistas precisam ser calcados no Federalismo tipo suíço -não nos moldes daquele que vigora nos EUA-.

 

Ilia Kharlamov, jornalista,  discute em um bom artigo a questão dos ventos do Federalismo, o que me leva a transcreve-lo:

 

Edimburgo será uma nova capital europeia?

escócia, referendo, independência, reino unido, união europeia, separação

No dia 18 de setembro na Escócia será promovido um referendo sobre a independência deste país em relação ao Reino Unido.

Londres está categoricamente contra esta opção e ameaça Edimburgo com as mais diversas restrições. Com efeito, o premiê David Cameron tem o que recear. O voto dos escoceses a favor da independência vai deixar, além de outras consequências, cinco milhões de súditos de Sua Majestade e a base britânica de submarinos nas proximidades de Glasgow em território estrangeiro.
A Europa está prestes a enfrentar toda uma série de referendos sobre a autodeterminação de diversos territórios, que integram atualmente vários países-chaves da União Europeia, como, por exemplo, o Reino Unido, a Espanha e a Itália. Ora isso não gera qualquer histeria. A União Europeia e os EUA não impõem sanções, nem fazem ameaças terríveis a Roma, Londres e Madrid, como o fizeram no caso da Rússia, que apoiou a manifestação da vontade da maioria esmagadora dos habitantes da Crimeia e assinou o tratado sobre a sua integração na Federação Russa.
A perspectiva de separação da Escócia do Reino Unido é perfeitamente real embora seja pouco provável. Por isso, em torno do referendo praticamente não há discussões, reputa Alexei Gromyko, diretor interino do Instituto da Europa:
“Ali não existe uma lei que proíba a alguma região promover referendos. Se a maioria da população votar a favor da separação do Reino Unido, Londres não poderá resistir legalmente a isso. Mas todos sabem que os nacionalistas escoceses irão sofrer uma derrota neste referendo, pois dispõem do apoio de cerca de 35% da população. Certamente, as tendências separatistas existem na Escócia mas ela continuará no quadro da Grã-Bretanha.”
No entanto, o governo da Escócia está firme na sua decisão. Ele já publicou o chamado “Livro Branco” que descreve detalhadamente o plano da sua saída da Grã-Bretanha. Ainda no ano passado, o premiê escocês Alex Salmond declarava que a soberania permitirá pôr em prática o potencial colossal da atual autonomia. A garantia da sua prosperidade é o petróleo do mar do Norte, que – segundo afirmam os lutadores pela independência – pertence no plano geográfico à Escócia. Além disso, haverá um enorme afluxo de turistas. Afirma-se que as autoridades poderão elevar os subsídios sociais à custa destes recursos. O país independente vai criar o seu próprio sistema tributário e um exército autônomo. Caso estes planos realmente grandiosos forem levados a cabo, no quadro da União Europeia será criado um precedente perigosíssimo que pode acarretar futuramente o desmoronamento do projeto mais ambicioso da segunda metade do século XX.
Embora o índice de tendências separatistas seja relativamente baixo, não se pode afirmar por enquanto que o resultado do referendo esteja predeterminado. A ciência sociológica às vezes comete erros. Os escoceses têm ainda tempo para recordar a sua luta pela soberania, cuja história é muito longa. Depois de numerosas tentativas da Inglaterra de anexar a Escócia, no século XIV deu-se a batalha de Bannockburn, depois da qual Londres reconheceu a independência do seu vizinho. A seguir, a Escócia criou os seus próprios órgãos de poder e o parlamento, que funcionou sob a égide do rei James VI. Mas, quatro séculos depois, o chamado Tratado de União criou um parlamento único e um governo central, enquanto que o respectivo órgão representativo da Escócia era liquidado. Falando em rigor, a história da Escócia, como parte do Reino Unido, e a crônica da sua “guerra fria” pela independência começam precisamente a partir deste momento.
Em breve a Europa irá assistir ao culminar desta história nada simples. Eis o comentário desta situação do cientista político Manel Parra, professor universitário espanhol:
“Qualquer Estado-membro da União Europeia tem o direito de resolver independentemente se está pronto ou não a conceder a independência a uma parte do seu território. É isso que consta no Tratado de criação da União Europeia. A Escócia é precisamente um caso destes. Dado que Londres não proibiu a promoção do referendo, existe a probabilidade de a Escócia vir a ser um Estado independente. Por outro lado, a Escócia perderá a sua filiação na União Europeia na qualidade de parte do Reino Unido. E ninguém sabe, se os demais países europeus quererão aceitá-la de volta. O mais provável é que não.”
O cientista político Igor Kovalev chamou a atenção para um pormenor importante que entreabre a cortina de tranquilidade geral:
“O referendo na Escócia é resultado do acordo entre a sua parte separatista e o governo da Grã-Bretanha. Londres consentiu com a votação e atribuiu a legitimidade ao referendo. Se a Escócia se separar e se tornar um Estado independente, terá sérios problemas, o que irá agradar a muitos outros membros da União Europeia que também enfrentam o separatismo. Um exemplo disso é a Espanha. E aí são possíveis ações destinadas a impedir o alastramento desta tendência para outros países do continente.”
Por outras palavras, neste jogo de paciência nem todas as cartas foram postas na mesa. Como é natural, Londres está preocupada com as tendências centrífugas que põem em perigo a segurança nacional do país. Mas a confiança fria, puramente inglesa e bem ponderada, de que a Escócia permanecerá dentro do Reino Unido não lhe dá chances para entrar em pânico. Em breve o mundo verá se a intuição do establishment da capital britânica estava ou não certa.


Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2014_03_19/Edimburgo-ser-uma-nova-capital-europeia-9355/ 

SURPREENDENTE, A MALÁSIA É O BRASIL

'SEMPRE PREDOMINOU A ATITUDE:VAMOS ESPERAR INSTRUÇÕES DO GOVERNO'

 

...o presidente precisa resolver...o governador precisa resolver...o prefeito precisa resolver...a polícia precisa resolver...

 

Lendo reportagem no portal Estadão sobre o avião desaparecido a 12 dias (voo MH-370 Malaysia Airlines) cheguei à espantosa conclusão de que somos malaios. Isso mesmo, somos malaios! 

Verdade, leiam transcrição da reportagem que está no portal Estadão e concluirão, como eu, que somos malaios. Explico minha descoberta: aqui no Brasil nossa atitude corrente diante de um problema, uma catástrofe, um assalto, um roubo, ou mesmo até um buraco na rua, falta de água, nossa atitude é "o governo precisa resolver...o governo precisa fazer...o presidente precisa fazer...o governador precisa resolver...o prefeito precisa resolver...a polícia precisa resolver... , atitudes idênticas à do povo malaio conforme a afirmação de Ibrahim Suffian...'vamos esperar as instruções do governo'... .

Perceberam? Igualzinho ao que acontece aqui no Brasil, nós sempre esperando que o governo decida, resolva. Igualzinho, não é verdade?

E diante dessa constatação lembrei dos militares que seguem a linha dos generais Geisel, Golbery & coronéis (que prestigiaram a ascensão ao poder de Lulla, Ssarney, Collor, FHhC, Dillma, criação do PT e outros partidos mais, todos mamando nas tetas da corrupção) lembrei que esses militares estão esperando a destruição total do Brasil para então assumirem o Poder impondo um brutal regime militar de esquerda, pois somos como os malaios o são, sempre esperando instruções do governo, instruções de alguém para fazermos o que é preciso, sempre esperando que alguém pense por nós, aja em nosso benefício.

 

A ineficiência exposta ao mundo

Busca por avião desaparecido há 12 dias mostra incompetência do funcionalismo da Malásia, que exclui outros grupos étnicos 

 

Thomas Fuller* - The New York Times/O Estado de S.Paulo
A elite que governa a Malásia agarra-se ao poder desde que o país se tornou independente da Grã-Bretanha, ininterruptamente, há quase 60 anos, com uma combinação de rígido controle das informações, intimidação da oposição e, até recentemente, um vigoroso crescimento econômico. Mas a perplexidade do mundo inteiro diante do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines contesta a cultura política paternalista do país e expõe uma liderança mimada ao julgamento feroz dos críticos de todo o globo.
Líderes civis e militares revelaram na semana passada que sabiam havia quatro dias, mas não divulgaram, que radares militares tinham recebido sinais do que poderia ser o avião desaparecido. Ele aparentemente voava para oeste, consideravelmente distante da rota que o voo deveria seguir até Pequim.
Somente depois de pressionadas a responder a uma avalanche de perguntas, as autoridades admitiram que o último ponto registrado pelo radar mostrava que o jato voava na direção do Oceano Índico. A admissão levou a indagar sobre o motivo pelo qual a informação não fora divulgada mais cedo.
"O mundo finalmente está sentindo a frustração que nós experimentamos há anos", declarou Lee Ee May, consultora de administração e ex-assessora de um político malaio da oposição.
Lee disse que se sentiu constrangida quando o ministro da Defesa malaio, Hishammuddin Hussein, pertencente a uma poderosa família de políticos, repudiou a afirmação de um repórter, segundo o qual a busca do avião era desordenada. "Só há confusão se você quiser que seja vista como confusão", retrucou o ministro.
Relativamente pouco afetada por desastres naturais e outras calamidades, a Malásia não tem muita experiência em gerenciamento de crises nesta escala. Além disso, ela tem uma sociedade etnicamente polarizada em que o talento muitas vezes não chega ao topo do governo em razão da política de apadrinhamento do partido governista e de um sistema de preferências étnicas que desestimula ou bloqueia as minorias do país - principalmente os chineses e os indianos étnicos - a ingressarem no funcionalismo público.
Os malaios étnicos, que constituem cerca da metade da população, detêm quase todos os cargos mais altos no governo e recebem uma série de preferências do governo em razão de seu status de "filhos da terra". A legislação autoritária tem ajudado a manter no poder o partido governista, a Organização Nacional dos Malaios Unidos - e a oposição em ascensão sob controle.
No dia anterior ao desaparecimento do voo 370, o líder da oposição, Anwar Ibrahim, foi condenado a cinco anos de prisão segundo uma lei contra a sodomia que quase nunca foi aplicada. Os críticos consideraram o caso uma tentativa de bloquear o crescimento da oposição numa época em que a popularidade do partido do governo está em declínio.
Na semana passada, um tribunal condenou Karpal Singh, outro político da oposição, por sedição, com base numa lei que vigorava na época da colônia. "Chamamos isso de perseguição, não de processo legal", disse Ambiga Sreenevasan, advogado e ex-líder do conselho dos advogados da Malásia.
O governo está acostumado a obter o que quer e a crise em torno do avião desaparecido faz com que as autoridades agora sejam responsabilizadas, algo com o qual não estão acostumadas, disse Ambiga.
"Os malaios aceitaram que os seus líderes não respondam às perguntas", ela disse. "Quando as pessoas não são questionadas seriamente, de nenhuma maneira significativa, evidentemente passam a sentir-se satisfeitas e confortáveis consigo mesmas."
Para um país relativamente próspero de 30 milhões de habitantes, menos conhecido internacionalmente do que nações vizinhas como Tailândia e Cingapura, as iniciativas confusas para descobrir o paradeiro do avião resultaram num comparecimento problemático e indesejado de suas autoridades no cenário mundial.
A crise leva a refletir sobre o motivo pelo qual o governo parece descoordenado e incapaz de estabelecer fatos aparentemente básicos sobre o voo.
As autoridades insistiram por três dias que algumas bagagens foram retiradas do avião antes da decolagem quando cinco passageiros não embarcaram. Mas o chefe de polícia disse depois que essa informação era falsa. Nenhuma explicação foi dada para as notícias desencontradas.
Ibrahim Suffian, diretor do Centro Merdeka, um instituo de pesquisa de opinião, disse que a resposta à crise deixou evidente uma falha de precisão tanto do governo como da sociedade como um todo. "Temos a tendência de não fazer muitas perguntas e de não esperar muito como resposta", disse Suffian
A crise mostrou ainda a falta de competência do governo que Suffian atribuiu à deferência para com a autoridade e à relutância a tomar iniciativas. "Sempre predominou a atitude: 'vamos esperar as instruções do governo'."
Entretanto, entre as críticas aos esforços para encontrar o avião há também o reconhecimento de que o desaparecimento do voo 370 é algo tão inusitado que talvez nenhum governo estivesse totalmente preparado. "É praticamente uma situação única", afirmou Ramon Navaratnam, economista que estudou em Harvard e ex-funcionário público de alto escalão. "Qualquer um estaria desprevenido."
Por enquanto, as autoridades malaias encontram-se praticamente imobilizadas na posição nada invejável de ouvir muitas perguntas e ter poucas respostas.
"Elas nunca enfrentaram tanta pressão para agir como agora", disse Lee. "Mas nesse momento o olhar do mundo inteiro está sobre elas. E elas não têm onde se esconder."
*Thomas Fuller é correspondente para o sudeste asiático do 'NYT'.
TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA 
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-ineficiencia-exposta-ao-mundo,1142412,0.htm

segunda-feira, 17 de março de 2014

O BRASIL ESTÁ PARANDO


AGRADEÇA ISSO À PRESIDENTE E AOS EX PRESIDENTES CIVIS QUE GOVERNARAM O BRASIL DESDE O FIM DOS GOVERNOS MILITARES



GOVERNARAM?

Sim, Dilma Roussef, Luis Inácio Lulla da Silva, Fernando Hennrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Ssarney governaram o Brasil; porém no sub título a palavra "governaram" não significa que dirigiram de forma eficiente a menos que afundar o Brasil, levar o Brasil à miséria, à lona tenha sido sempre o propósito, o objetivo delles.

Mas se buscaram elevar o Brasil, melhorar a situação dos brasileiros, não foram eficientes e por isso nossa Nação está parando, emperrada pela corrupção, empreguismo, bolsas família, crimes contínuos contra o Tesouro Nacional e criminalidade sem contrôle; sugiro que todos elles, sem exceção, tiveram também como propósito destruir as Forças Armadas Brasileiras  -FFAA-. Assim procederam com amplo apoio da comunidade internacional, sem exceção.











CHIPS MORTAIS OU, ALGUMAS SOCIEDADES VOAM ALTO


OU, PORQUE A CHINA ESTÁ TÃO PREOCUPADA COM O DESTINO DO VÔO MH-370 DA MALAYSIA AIRLINES?



ONDE ESTÁ MEU CHIP?

Vinte engenheiros da Freescale Semiconductor estavam no voo MH370 da Malaysia Airlines

A empresa Freescale Semiconductor confirmou que vinte de seus funcionários(engenheiros) estavam à bordo do voo MH370 da Malaysia Airlines.


Certo. E daí que esses 20 funcionários estavam à bordo? Esta informação seria irrelevante se não fosse pelo fato de que esta corporação é a atual fornecedora de chips RFID subcutâneos que o Governo estadunidense pretende implantar em cada cidadão. Este é um plano a nível mundial mas que será iniciado nos EUA através do “ObamaCare”!
O próprio Obama anunciou o plano na TV.


Embora tenham criado um site para “desmistificar” a implantação em massa desse chip nos humanos, este mesmo site se contradiz em diversos pontos relacionados ao “ObamaCare” e à lei HR3200.
Alguns pontos interessantes neste caso:
  • A mídia corporativa sionista tentou colar a mentira dos passaportes iranianos, como fizeram nos ataques do 11 de setembro ao WTC.
  • Não encontraram os destroços do avião, muito menos sinal da caixa preta, que é projetada para enviar sinal de localização.
  • Os parentes das vítimas fizeram diversas ligações aos celulares dos passageiros, a ligação chamava mas “alguém do outro lado desligava”.
  • Não houve nenhuma reinvidicação de algum grupo terrorista. Mesmo se houvesse já saberíamos os verdadeiros autores.
  • Os satélites dos EUA não registraram nenhuma explosão na região. (A NSA consegue espionar o mundo todo, mas não consegue localizar um boeing 777?).
  • O destroyer estadunidense USS Kidd foi deslocado do Golfo da Tailândia para o estreito de Malacca para ajudar nas buscas.



Será que o desaparecimento desse avião está relacionado com os vinte funcionários da Freescale Semiconductor?
Não devemos esquecer que os acontecimentos na Ucrânia/Criméia demandam uma atenção muito maior e que os meios corporativos de desinformação irão usar o caso do avião para desviar o foco de atenção. Estamos à beira de uma 3ª Guerra Mundial e a “manada” continua sendo enganada por emissoras de TV como a judaica Rede Globo.

O DINHEIRO MATA

BITCOIN E BANCOS SÃO MORTAIS


SUICÍDIOS?

CEO do Bitcoin e codificador do NameCoin morreram

Há poucos dias foi divulgado vários casos de “suicídios” de executivos da banca sionista como a Goldman Sachs. Agora surge a notícia de que duas pessoas ligadas ao Bitcoin “morreram”, sendo uma delas por “suicídio”.


Tradução: Google tradutor

De acordo com o Tech in Asia, sediada em Cingapura, a CEO da primeira plataforma de intercâmbio de Bitcoin de 28 anos, Autumn Radtke cometeu suicídio. Razões são presentemente desconhecidas.
[ UPDATE: Tech in Asia atualizou o artigo para enfatizar que o suicídio é apenas sugerido e não determinado ]
First Meta é uma startup da empresa de Cingapura que executa uma plataforma de troca de moedas virtuais, como Bitcoin . A notícia do suicídio de sua CEO Autumn Radtke se espalhou no Facebook e no Twitter , chamando a atenção da indústria de Bitcoin .
A razão exata que pode ter levado ao suicídio não é conhecida, e se a polícia concluiu que a causa da morte é suicídio também não é oficial . First Meta afirmou que um anúncio oficial será dado pela empresa em breve.
Antes de ingressar na First Meta, Radtke foi Diretora de Desenvolvimento de Negócios da Xfire – uma empresa que desenvolve sistemas de IM para gamers. Radtke também foi o co- fundadora, Desenvolvimento de Negócios da Geodelic Systems, Inc.
O mercado Bitcoin é bastante instável no momento , de frente para onda após onda de tumultos . Na terça-feira um dos maiores centro de troca Bitcoin Mt. Gox repentinamente cessou as suas operações , a CEO da empresa, afirmou que a indústria está em seu “ponto de viragem” , trazendo grande preocupação aos investidores Bitcoin com a moeda virtual não regulamentada.

Nossas condolências aos pais de Mikhail Sindeyev.
Mikhail Sindeyev, pesquisador do nosso laboratório, morreu  em 14 de fevereiro de 2014 de acidente vascular cerebral. Ele era um dos graduados mais talentosos do nosso laboratório e participante ativo de vários projetos de pesquisa. Em maio de 2013, ele defendeu com sucesso sua tese PhD “Pesquisa e Desenvolvimento de algoritmos de vídeo esteiras”. Nossas sinceras condolências aos pais. Vamos profundamente sentir a falta dele.

Mikhail Sindeyev era codificador NameCoin e HunterCoin.
Seria mera coincidência que após o “suicídio” de vários executivos da banca sionista comecem a aparecer mortos ligados ao Bitcoin? Até onde vai esta conspiração? Pessoas ligadas ao sistema financeiro internacional estão sendo “suicidadas” descaradamente e isto deveria ser alvo de investigação de todos. No mínimo deveriam perceber que estas mortes estão relacionadas com a situação econômica e geopolítica global.
Um detalhe importante, a Mt.Gox declarou falência após perder U$480 milhões em Bitcoins, segundo eles, foram roubados.
Isto não parece ser mera coincidência

domingo, 16 de março de 2014

REINVENTANDO A VIDA

¿OU, POR QUÊ?



Encontrando os motivos

Sonolento, sem nem tomar um banho, dormi; acordando fui para o banho onde tive consciência de algumas coisas. Aqui na cidade de Salto havia um estabelecimento comercial de nome ‘ARMAZÉM POPULAR’ ainda no estilo que havia sido construído a mais de 100 anos, com magníficas prateleiras no raro e belo pinho de riga e mercadorias  tais como o calçado Conga e as famosas ‘Alpargatas Roda’, pós exóticos e especiarias raras, queijos, fumados, cordas, produtos de beleza e uma infinidade de outros produtos tais como tachas, pregos especiais, bebidas, doces, sorvetes; lá havia de tudo e reminiscência do passado brasileiro, registrando vendas a clientes antigos nas chamadas ‘cadernetas’ (pequeno caderno próprio onde registrar compras e pagamentos). Tal armazém era dirigido pelo simpático senhor Bertinho, homem afável, bonito na idade e cabelos brancos, de bom trato e fina educação. Mas a poucos dias em um trágico evento o Armazém queimou todo, sobrando somente entulho, o que considero uma tragédia que atinge a história brasileira além de Salto, atingindo o Brasil, pois o estabelecimento era um museu vivo de mercadorias e costumes do passado.

Ontem conversando com o senhor Bertinho tive consciência da tragédia que é perder um estilo de vida, um negócio onde se cresceu e trabalhou até atingir 60 anos de idade. O Armazém se foi e não existem mais portas para abrir no inicio da manhã, ver chegarem os funcionários (gente boa, lá se formaram muitos jovens nas lides da vida) e atender a grande clientela; e durante o dia naquele movimento todo, o vozerio de clientes até chegar o fim do dia, encerrar as atividades, baixar as portas e ir para casa cansado. Nada disso existe mais, só um grande vazio.

Assim, agora pouquinho lembrei de minha mãe que também passou pela dor de perder um negócio construído pelas próprias mãos, onde labutou dias e noites por mais de quarenta anos, até em fins de semana. E nada disso restou, só um vazio, que só percebi agora pouquinho o quanto ela sentiu a perda, tal o quanto o senhor Bertinho está sentindo. E antes não tive consciência plena de quanto ela havia sofrido com a perda de uma criação, um negócio florescente que seria como um filho.

Escrevo tudo isso acima, pois tal como não havia percebido a dimensão da tragédia que minha mãe viveu, muitas vezes não consigo compreender muitos acontecimentos e até algumas de minhas ações, por exemplo as referentes ao que acontece na Europa Oriental, especificamente na Ucrânia, Criméia e Rússia.

Tenho defendido por escrito a decisão dos habitantes da península da Criméia em procederem a um referendo para escolherem se continuam parte da Ucrânia ou se buscam secessão tornando-se independentes. E defendi, defendi  e continuei a defender tal decisãodo povo da Criméia, decisão similar da Escócia que pretende separar-se da Inglaterra, ou Veneza,da Itália ou Catalunha,da Espanha ou o Tibet, da China ou o Rio Grande do Sul, do Brasil; e agora pouco compreendi o que impulsiona minhas ações, tive consciência do fogo que alimenta minhas ações que é o anseio pelo Livre Arbítrio, o anseio pelo direito de Livre Expressão, o forte impulso de decidir a minha própria vida sem aceitar arreios ou imposições de quem quer que seja, impulso que leva-me a também defender o direito ao porte e uso de arma para auto defesa; compreendi porque defendo um sistema político que promove tais conceitos, o sistema Federalista que vigorando realmente –de fato- promove o Livre Arbítrio, o direito de Livre Expressão e o direito ao porte e uso de arma para auto defesa, tal sistema político, o Federalista com o qual nenhum sistema ditatorial pode conviver. Governo onde não vigore o Federalismo não aceita ou admite o Livre Arbítrio, o direito ao uso e porte de arma para auto defesa, o direito de Livre Expressão, pois no Federalismo o governo perde os poderes com que habitualmente oprime e rouba o povo. Dirão alguns que aqui no Brasil vigora o sistema de República Federativa, o que é um erro grave, pois são sistemas incompatíveis um com o outro, República e Federalismo, pois no primeiro quem manda é o presidente e o povo obedece e no segundo o povo é quem decide a própria vida.